
Na madrugada desta terça-feira (23), a réplica da Estátua da Liberdade instalada em frente à loja da Havan em Petrolina (PE) foi alvo de um incêndio criminoso. Segundo informações, dois homens foram flagrados pelas câmeras de segurança ateando fogo à estrutura por volta das 2h. O Corpo de Bombeiros controlou as chamas pouco depois das 3h, mas apenas a base metálica da estátua permaneceu intacta. Ninguém se feriu durante o incidente.
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Este é o terceiro ataque registrado contra o símbolo da rede varejista, após casos semelhantes em São Carlos (SP) e Porto Velho (RO). A Polícia Civil de Pernambuco abriu inquérito para apurar os crimes de dano e incêndio doloso. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
O empresário Luciano Hang, dono da Havan, usou as redes sociais para comentar o episódio, classificando-o como um ato de intolerância e ataque à liberdade de pensamento. “Foi um ataque ao que acreditamos: o direito de pensar diferente. Em que sociedade estamos vivendo, em que as pessoas não aceitam o contraditório?”, questionou Hang.
Segundo Hang, os ataques à réplica da Estátua da Liberdade simbolizam mais do que dano material. “Não podemos normalizar esse tipo de ódio. Nossa estátua já diz tudo: Liberdade. E é por ela que sempre vamos lutar”, afirmou, reforçando que a rede emprega atualmente cerca de 22 mil pessoas diretamente e 120 mil indiretamente no Brasil.
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A Havan informou que acompanhará de perto as investigações e pretende reconstruir a fachada da loja em Petrolina, embora ainda não haja previsão para a reinstalação da estátua. A empresa classificou o episódio como um ato criminoso e destacou a intenção de responsabilizar os autores.
O incidente reacende o debate sobre segurança e intolerância em ataques contra estabelecimentos comerciais e símbolos de marcas no país, especialmente quando envolvem atos de vandalismo reiterados.
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Confira o vídeo: https://www.instagram.com/p/DO9el1UgvxH/