Neste domingo (3/11), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) expressou seu apoio a Donald Trump, ex-presidente dos EUA e atual candidato à presidência, a dois dias da votação que decidirá entre Trump, do Partido Republicano, e Kamala Harris, do Partido Democrata.
Em um vídeo nas redes sociais, Bolsonaro elogiou a administração de Trump, destacando que, durante seu mandato, os Estados Unidos “projetavam poder” em um mundo sem guerras. Ele argumentou que o retorno de Trump significaria um “mundo melhor”, livre de conflitos e terrorismo. “Hoje, enfrentamos guerras, o retorno do terrorismo e a censura crescente. A volta de Trump é a garantia de um mundo mais pacífico e com liberdade plena”, afirmou.
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Bolsonaro também comentou sua situação política, autodenominando-se “inelegível sem ter cometido um único crime”, referindo-se às condenações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornaram inelegível por abuso de poder político. Essa declaração reflete sua estratégia de se associar à imagem de Trump, que também lida com questões legais em sua trajetória.
O apoio de Bolsonaro se alinha à sua tendência de se conectar com líderes de direita e populistas globalmente, consolidando laços com a administração Trump, vista como uma aliada natural devido às suas políticas conservadoras.
