Em setembro, a Polícia Federal apresentou indiciamento contra o senador, imputando-lhe os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.
Celina Leão, Cristiano Nogueira Araújo, Júlio César Ribeiro e Renato Andrade dos Santos são alvo de investigação desde 2016 por supostas irregularidades e troca de propinas na Câmara Legislativa.
A reunião teve como objetivo divulgar dados, aprimorar os serviços judiciários no âmbito da Justiça Criminal e promover o acesso à Justiça e às garantias processuais.
O pedido de prisão foi motivado por um vídeo publicado por Tavares nas redes sociais, onde ele aparece fazendo gestos obscenos e proferindo “palavrões”.