
Foto: Reprodução / Redes Sociais
A advogada Giselle Falcone se manifestou sobre as sucessivas interrupções na eleição da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) voltada à formação da lista do quinto constitucional. A nova suspensão do processo voltou a gerar repercussão entre profissionais da advocacia no Amazonas e ampliou o debate sobre a condução da escolha.
Em declaração pública, Falcone apontou que a repetição das paralisações, especialmente em momentos próximos à votação, levanta questionamentos entre os advogados. Segundo ela, a frequência das interrupções tem provocado dúvidas sobre a regularidade do andamento do processo eleitoral.
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A advogada também destacou a necessidade de maior transparência nas decisões que levam à suspensão da eleição. Para ela, as justificativas apresentadas até o momento não têm sido suficientes para esclarecer completamente os motivos das interrupções, o que contribui para um cenário de incerteza.
Falcone reforçou ainda a importância da participação da advocacia na escolha dos nomes que irão compor a lista do quinto constitucional. De acordo com a advogada, o direito ao voto da categoria deve ser garantido sem adiamentos ou interferências que possam comprometer o processo.
O quinto constitucional é um dispositivo previsto na Constituição que assegura a participação de advogados e membros do Ministério Público na composição dos tribunais. Nesse contexto, a eleição realizada pela OAB representa uma etapa essencial para a definição dos indicados à vaga de desembargador.
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Até o momento, não há uma nova data oficial para a retomada da eleição. A indefinição mantém o tema em evidência no meio jurídico, enquanto cresce a expectativa por esclarecimentos sobre as suspensões e os próximos encaminhamentos do processo.
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