
Quatro meses após a morte do menino Benício Xavier Freitas, de 6 anos, os pais seguem em busca de respostas sobre o caso. Na manhã desta quinta-feira (2), a família voltou a cobrar mais agilidade nas investigações e a conclusão de etapas consideradas essenciais.
Continua depois da Publicidade
A criança morreu no dia 23 de novembro de 2025, após atendimento em uma unidade hospitalar da rede privada em Manaus. Conforme apuração policial, há indícios de inconsistências na administração de adrenalina, tanto na via utilizada quanto na dosagem aplicada, que não seriam adequadas ao quadro clínico.
Após a medicação, o menino apresentou agravamento do quadro de saúde, com paradas cardíacas sucessivas, e não resistiu. Desde então, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Amazonas.
Entre os principais pontos apontados pela família está a ausência do laudo de necropsia, que ainda não foi concluído pelo Instituto Médico Legal (IML). O documento é considerado fundamental para esclarecer a causa da morte e orientar os próximos passos do inquérito.
Continua depois da Publicidade
Segundo os familiares, a demora na emissão do laudo tem dificultado o avanço das investigações. O inquérito já teve prazo prorrogado, e outras análises técnicas dependem diretamente do resultado pericial para serem realizadas.
Diante disso, os pais reforçam o pedido por celeridade e transparência. A expectativa é que o caso seja esclarecido com base em evidências técnicas, permitindo a identificação de responsabilidades e uma resposta oficial sobre o ocorrido.