
Nesta quinta-feira (5), a Polícia Civil do Amazonas divulgou informações sobre a prisão do presidente da escola de samba A Grande Família, Cleido Barroso, conhecido como “Caçula”. Segundo a corporação, a detenção ocorreu após o descumprimento de uma medida protetiva concedida à ex-companheira e pela prática de atos de perseguição.
De acordo com a delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), o investigado havia sido preso em janeiro por suspeita de agressão e ameaça, mas foi liberado mediante pagamento de fiança. Na ocasião, a Justiça determinou restrições de contato e aproximação da vítima.
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Conforme as apurações, após deixar a prisão, o homem teria passado a circular próximo à residência da ex-companheira e a tentar contato por mensagens, ligações e por meio de terceiros. A Polícia Civil informou que essas ações teriam sido motivadas pela intenção de intimidar a mulher e influenciar sua participação em atividades ligadas ao carnaval.
A delegada relatou que a vítima alterou sua rotina por receio de novos episódios, evitando locais e situações em que poderia encontrar o suspeito. A conduta foi classificada como desobediência às determinações judiciais e caracterizada como perseguição, conforme previsto na legislação.
Diante dos relatos e dos elementos reunidos durante a investigação, a DECCM solicitou à Justiça a prisão preventiva do suspeito e a expedição de mandado de busca e apreensão. O homem foi localizado na sede da agremiação, situada na Zona Leste de Manaus, onde foi preso sem apresentar resistência.
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O caso segue sob investigação da Polícia Civil. O dirigente deve passar por audiência de custódia e poderá responder por descumprimento de medida protetiva e perseguição, além das acusações anteriores relacionadas a lesão corporal e ameaça.
Confira:
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