Após buscas, acusado de matar a mãe da influenciadora Isabelly Aurora é encontrado morto com sinais de execução em área de mata no Tarumã, em Manaus

O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), onde exames vão definir data, causa do óbito e eventuais lesões prévias.

O corpo de José Brito, apontado como autor do assassinato de Isabel Cristina Lopes Simplício, mãe da influenciadora digital Isabelly Aurora, foi encontrado na manhã desta quarta-feira (10) em uma área de mata situada no bairro Tarumã-Açu, zona Oeste de Manaus. A descoberta ocorreu após buscas realizadas na região, informaram moradores que acionaram a polícia ao localizar o corpo.

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O cadáver foi descoberto amarrado por cordas, em uma área lamacenta. Testemunhas relataram que havia sinais de violência — incluindo perfurações nos olhos —, semelhantes às lesões observadas na vítima original. A situação reacende questionamentos sobre a motivação do crime e a possível vingança envolvendo grupos não oficiais.

José Brito estava desaparecido desde a noite de terça-feira (9), quando foi visto em vídeo entregue por pessoas desconhecidas, onde aparecia com as mãos atadas e a cabeça baixa, sob custódia de um grupo não identificado. A gravação viralizou nas redes sociais e intensificou a mobilização da comunidade e das forças de segurança.

A Polícia Civil do Amazonas confirmou a abertura de investigação para apurar tanto o homicídio de Isabel Cristina quanto as circunstâncias da morte de Brito. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga se houve ação de terceiros e se houve participação de facção ou milícia. “Estamos reunindo provas e ouvindo testemunhas para entender o que realmente ocorreu”, disse um delegado que acompanha o caso.

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Autoridades reforçam que, apesar da repercussão, é imprescindível respeito aos procedimentos legais. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), onde exames vão definir data, causa do óbito e eventuais lesões prévias. A polícia alerta contra conclusões precipitadas e pede colaboração da população por meio de denúncias anônimas.

O caso provocou repercussão nas redes sociais e entre organizações de direitos humanos, que alertam para os riscos da justiça por delegação. A comunidade local permanece em choque; vizinhos relatam medo e exigem providências oficiais. A DEHS garantiu empenho nas investigações e prometeu atualizações conforme o inquérito avance.

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Confira o vídeo: