
Nesta sexta-feira (26/9), a Assembleia Geral das Nações Unidas foi palco de um momento de tensão diplomática durante o discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Logo ao subir ao púlpito, o líder israelense foi vaiado por representantes de diversas delegações. Pouco depois, países como o Brasil decidiram deixar o plenário em sinal de protesto.
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Netanyahu iniciou sua fala em hebraico, destacando que Israel não esqueceu os ataques de 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas atacaram o território israelense, resultando na morte de cerca de 1.200 pessoas. Ele também mencionou os reféns ainda em poder do grupo, ressaltando que o governo está empenhado em sua libertação.
Durante o discurso, Netanyahu reforçou que a ofensiva militar contra o Hamas na Faixa de Gaza continuará. Ele ressaltou as conquistas do Exército israelense e afirmou que as ações visam proteger civis israelenses e manter a segurança do país.
A reação no plenário mostrou a insatisfação internacional com a escalada do conflito. A saída simultânea de delegações e as vaias indicaram a crescente tensão diplomática e a divergência de opiniões sobre a postura de Israel.
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Segundo autoridades de saúde locais, mais de 65 mil pessoas morreram em Gaza desde o início da ofensiva, e grande parte do território está destruído. A situação humanitária tem pressionado a comunidade internacional a buscar alternativas para um cessar-fogo.
De acordo com dados israelenses, ainda há 48 reféns em poder do Hamas. Apesar das críticas e protestos, Netanyahu afirmou que manterá a estratégia militar até que os reféns sejam libertados e o grupo derrotado.