Alpinistas experientes reforçam operação de resgate de brasileira em trilha no Monte Rinjani, na Indonésia

O guia teria seguido sozinho, e Juliana acabou caindo sozinha, sem socorro imediato.

O resgate da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que caiu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, entrou em uma nova fase nesta segunda-feira (23/6). Dois alpinistas experientes se juntaram à equipe que tenta alcançar o local onde a jovem foi vista pela última vez, no fundo de um desfiladeiro de cerca de 600 metros de profundidade.

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Juliana, natural de Niterói (RJ), fazia um mochilão pela Ásia e estava no segundo dia da trilha com um grupo de turistas e um guia local. Segundo a família, ela se afastou do grupo após dizer que estava cansada. O guia teria seguido sozinho, e Juliana acabou caindo sozinha, sem socorro imediato.

Ela foi localizada horas depois por turistas que passaram pela trilha e a avistaram com a ajuda de um drone, o que permitiu que imagens da queda chegassem aos familiares no Brasil.

O último contato visual confirmado com Juliana foi no sábado (21/6), por volta das 17h30 no horário local. Desde então, as equipes de resgate têm enfrentado dificuldades devido ao clima instável, com neblina e baixa visibilidade, o que tem atrasado o progresso das operações.

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Segundo a família, o grupo de resgate conseguiu avançar cerca de 250 metros do desfiladeiro no domingo (22/6), mas precisou recuar. Os parentes relatam lentidão, falta de equipamentos adequados e criticam o fato de o parque continuar funcionando normalmente enquanto a brasileira segue sem atendimento. Também negaram que Juliana tenha recebido água ou comida até o momento.

A irmã de Juliana, Mariana Marins, contesta informações divulgadas por autoridades locais e pela Embaixada do Brasil na Indonésia, que inicialmente anunciaram um suposto contato com a jovem. Mariana também afirma que vídeos divulgados nas redes sociais não mostram o resgate, mas sim simulações ou imagens distorcidas.

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As operações de resgate seguem sendo retomadas durante o dia e interrompidas à noite, devido às condições climáticas e limitações técnicas da equipe local. A família pede ajuda internacional e segue utilizando as redes sociais como canal oficial de informações, por meio do perfil @resgatejulianamarins.