Conflito no Oriente Médio se agrava após bombardeio do Irã a Tel Aviv

Segundo o Comando de Defesa Aérea israelense, ao menos 22 interceptadores foram acionados para tentar barrar os projéteis.

Tel Aviv enfrentou momentos de terror na manhã desta quinta-feira (19) ao ser alvo de uma intensa ofensiva do Irã. Sirenes de emergência ecoaram pela cidade enquanto mísseis balísticos cruzavam os céus em um dos ataques mais agressivos desde o início da escalada de tensões no Oriente Médio. O ataque, confirmado pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), deixou pelo menos 147 pessoas feridas e provocou destruição em diversos pontos urbanos.

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Segundo o Comando de Defesa Aérea israelense, ao menos 22 interceptadores foram acionados para tentar barrar os projéteis. No entanto, parte dos mísseis conseguiu ultrapassar o sistema antimísseis e atingir áreas civis, resultando em explosões que deixaram bairros inteiros em pânico. As autoridades de segurança relataram que os danos estruturais foram significativos em algumas regiões residenciais.

Vídeos gravados por moradores mostram o momento exato em que os mísseis cruzam o céu da capital financeira de Israel. As imagens revelam o confronto aéreo entre os artefatos iranianos e os interceptadores israelenses, em um cenário marcado por bolas de fogo, sirenes e gritos de desespero. O registro mais impactante foi feito por um árabe-israelense, que capturou a intensidade do ataque de sua janela.

Após o cessar dos bombardeios, drones das IDF sobrevoaram a cidade para avaliar a extensão dos danos. As imagens aéreas mostram ruas destruídas, veículos carbonizados e crateras no asfalto. Equipes de emergência foram rapidamente mobilizadas, e hospitais de Tel Aviv entraram em estado de alerta máximo para receber os feridos, muitos com queimaduras graves e traumas por estilhaços.

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O governo israelense ainda não confirmou a extensão da resposta militar ao ataque, mas fontes da defesa indicam que retaliações estão em curso. Enquanto isso, cresce a preocupação internacional com a escalada do conflito e o risco de um confronto direto entre Irã e Israel, cujas consequências podem ser imprevisíveis para a estabilidade regional.