
Um áudio atribuído ao ex-marido da médica Juliana Brasil passou a circular nas redes sociais e trouxe novos desdobramentos ao caso da morte do menino Benício Xavier, ocorrido em Manaus. Na gravação, o homem comenta sobre conversas relacionadas a um magistrado do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) durante o andamento das investigações.
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A médica foi indiciada pela Polícia Civil no inquérito que apura a morte da criança, registrada em novembro de 2025, no Hospital Santa Júlia. Conforme apontado pelas investigações, Benício Xavier teria recebido uma dosagem elevada de adrenalina durante o atendimento médico realizado na unidade de saúde.
No conteúdo divulgado, o homem relata ter buscado informações com pessoas ligadas ao magistrado após o avanço da investigação envolvendo a médica. Em um dos trechos, ele afirma que a apreensão do aparelho celular da investigada seria considerada um procedimento comum dentro das diligências policiais.
A gravação também menciona a possibilidade de o magistrado possuir entendimento favorável em relação à responsabilização do hospital no caso. As declarações passaram a ser compartilhadas por perfis e páginas que acompanham o andamento da investigação nas redes sociais.
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Após a repercussão do áudio, a defesa de Juliana Brasil afirmou que o conteúdo não possui ligação com o processo atual. O advogado Sérgio Figueiredo declarou que a gravação é antiga e envolve terceiros que não fazem parte da investigação conduzida pelas autoridades.
A defesa também informou que o assunto já teria sido esclarecido anteriormente e citou medidas recentes relacionadas ao caso, incluindo apurações sobre possível vazamento de informações do inquérito. Até o momento, não houve manifestação oficial do Tribunal de Justiça do Amazonas sobre o conteúdo divulgado.
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Confira: