
No último domingo (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a liderança do Papa Leão XIV ao fazer declarações públicas em redes sociais. Na publicação, o chefe de Estado chamou o pontífice de “fraco” e questionou sua atuação em temas ligados à política internacional.
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Na mensagem, Trump afirmou não concordar com posicionamentos atribuídos ao papa sobre conflitos globais. Entre as críticas, disse não apoiar um líder religioso que, segundo ele, demonstraria tolerância em relação ao desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã, embora não haja registro público de que o pontífice tenha defendido tal posição.
O presidente também colocou em dúvida a legitimidade da liderança do papa ao sugerir que sua eleição teria sido influenciada por fatores políticos. Segundo Trump, o fato de o pontífice ser norte-americano teria contribuído para sua escolha, em um contexto ligado à presença do próprio presidente na Casa Branca.
Em outro trecho da publicação, Trump afirmou que o papa deveria ser “grato” a ele, ao alegar que sua atuação política teria influenciado indiretamente a eleição de Leão XIV. A declaração foi feita sem apresentação de evidências que sustentassem a afirmação.
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Além disso, o presidente criticou encontros do pontífice com figuras políticas ligadas ao Partido Democrata, incluindo o estrategista David Axelrod. Para Trump, essas aproximações indicariam alinhamento político do líder da Igreja Católica.
As declarações foram acompanhadas da divulgação de uma imagem gerada por inteligência artificial, na qual o presidente aparece com vestes religiosas. O conteúdo circulou nas redes sociais e ampliou a repercussão das críticas direcionadas ao Papa Leão XIV, reforçando o debate sobre o papel do pontífice em questões internacionais.