Após queda na Polícia Federal, Michelle Bolsonaro diz que Jair Bolsonaro enfrenta dores e vive em “modo sobrevivência”

A ex-primeira-dama também mencionou que o uso contínuo de medicamentos e as comorbidades podem contribuir para episódios de tontura e desequilíbrio, fatores que estariam relacionados à queda.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (7/1) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta um período de sofrimento físico constante e estaria vivendo em “modo sobrevivência”. A declaração foi feita no Hospital DF Star, em Brasília, onde Bolsonaro realizou exames médicos após sofrer uma queda na Superintendência da Polícia Federal (PF).

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O episódio ocorreu na madrugada de terça-feira (6/1), quando o ex-presidente caiu dentro da cela onde cumpre pena e bateu a cabeça em um móvel. Inicialmente, houve a suspeita de uma crise convulsiva, hipótese que foi descartada após a realização de exames clínicos e de imagem, segundo informações da equipe médica responsável.

De acordo com os médicos, Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve, sem lesões intracranianas e sem necessidade de intervenção terapêutica imediata. O quadro, segundo o boletim divulgado, exige apenas acompanhamento clínico e observação, considerando o histórico de saúde do ex-mandatário.

Durante conversa com a imprensa, Michelle destacou que Bolsonaro convive com dores recorrentes desde 2018, quando sofreu um atentado durante a campanha presidencial. Ela ressaltou que, desde então, o ex-presidente passou por diversas cirurgias e enfrenta limitações físicas que impactam diretamente sua qualidade de vida.

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A ex-primeira-dama também mencionou que o uso contínuo de medicamentos e as comorbidades podem contribuir para episódios de tontura e desequilíbrio, fatores que estariam relacionados à queda. Segundo ela, essas condições exigem atenção médica constante e cuidados específicos.

Ainda no hospital, Michelle voltou a defender a transferência de Bolsonaro para o regime de prisão domiciliar, citando a idade avançada, o histórico clínico e a necessidade de acompanhamento mais próximo. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades e pela equipe médica, enquanto o Conselho Federal de Medicina informou a abertura de uma sindicância para apurar as condições do atendimento prestado ao ex-presidente na carceragem da PF.

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Confira o vídeo: