Após violão ser destruído em voo, Whindersson Nunes cobra empatia e responsabilidade de companhias aéreas

Em sua publicação, ele destacou que o objetivo não é responsabilizar trabalhadores individualmente, mas sim refletir sobre a forma como objetos pessoais são tratados.

Fonte: Divulgação

O influenciador e humorista Whindersson Nunes compartilhou nas redes sociais nesta segunda-feira (20) que teve seu violão danificado durante um voo. Segundo ele, o braço do instrumento quebrou e a capa também sofreu avarias, sendo este o segundo incidente do tipo que ele enfrenta em viagens aéreas.

O artista não revelou a companhia responsável pelo transporte, mas aproveitou o episódio para alertar sobre a importância de cuidado e atenção no manuseio de pertences dos passageiros. “Precisamos falar sobre cuidado, carinho e amor. Tenho passado por problemas assim nas linhas aéreas”, declarou Whindersson em vídeo no Instagram.

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Em sua publicação, ele destacou que o objetivo não é responsabilizar trabalhadores individualmente, mas sim refletir sobre a forma como objetos pessoais são tratados. “Não quero prejudicar ninguém, sei que todos estão sob pressão, mas é importante pensar no que é cuidado e atenção. Se fosse uma pessoa, poderia ter sido bem pior”, afirmou o humorista.

Confira o vídeo: https://www.instagram.com/p/DQC4pkTgjZD/

O caso reacendeu discussões sobre danos a bagagens e instrumentos pessoais durante voos, sobretudo em situações envolvendo objetos frágeis ou de valor sentimental. Especialistas ressaltam que passageiros têm o direito de exigir indenização por danos materiais e morais sempre que houver comprovação de negligência no transporte.

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De acordo com o advogado Filipi Alencar, especialista em direito do passageiro aéreo, a primeira providência é solicitar imediatamente o Relatório de Irregularidade de Bagagem (RIB) junto a um funcionário da companhia no aeroporto. “O RIB serve como prova de que o dano ocorreu durante o voo e é essencial para pedidos de reparação”, explica.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê que o passageiro tem até sete dias após o desembarque para formalizar a reclamação. Caso a empresa não resolva o problema, é possível recorrer à Justiça em até cinco anos. O episódio de Whindersson reforça a necessidade de maior atenção das companhias aéreas ao transporte de pertences e o direito dos passageiros a um serviço seguro e responsável.

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*Com informações do G1