
Um caso registrado na vila de Mallipasi, na Índia, chamou a atenção após um homem comparecer a uma agência bancária carregando restos mortais da própria irmã. O episódio ocorreu na segunda-feira, 27 de abril de 2026.
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De acordo com informações das autoridades locais, o homem, identificado como Jitu Munda, havia perdido a irmã cerca de dois meses antes. A mulher possuía uma conta em um banco rural, onde mantinha um valor aproximado de 19.300 rúpias.
Ao procurar a instituição financeira para realizar o saque, ele foi informado de que não poderia retirar o dinheiro, uma vez que a conta estava em nome de uma pessoa falecida. Funcionários explicaram que seria necessário apresentar documentação oficial para a liberação do valor.
Entre os documentos exigidos estava a certidão de óbito, conforme previsto nos procedimentos bancários. Segundo relatos, o homem não compreendeu completamente a orientação repassada durante o atendimento.
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Diante disso, ele retornou ao local onde a irmã havia sido sepultada, retirou os restos mortais e os levou até a agência dentro de um saco, acreditando que aquilo poderia servir como comprovação do falecimento.
A situação foi tratada pelas autoridades como um mal-entendido. De acordo com o delegado responsável pelo caso, não houve intenção de irregularidade. O episódio ganhou repercussão pela forma como a tentativa de comprovação foi conduzida.
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