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A construção do Complexo Termelétrico Azulão 950, em Silves, no interior do Amazonas, registrou um novo avanço com a chegada dos primeiros módulos do pipe rack, uma estrutura fundamental para o funcionamento das usinas Azulão I e II. O empreendimento da Eneva terá capacidade total de 950 MW e será conectado ao Subsistema Norte do Sistema Interligado Nacional, reforçando o fornecimento de energia ao país.
Os módulos foram produzidos na Coreia do Sul e transportados até o canteiro de obras por meio de uma complexa operação logística internacional. No total, chegaram ao Amazonas 12 módulos metálicos, com cerca de 40 toneladas cada, somando 279 toneladas e 206 metros de comprimento. O material é considerado de alta precisão e foi fabricado sob medida para o projeto.
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Segundo a Eneva, essa etapa representa mais que um avanço físico da obra. Para a empresa, o recebimento dos equipamentos reforça a complexidade e a coordenação envolvidas no projeto, além de destacar o compromisso com a segurança energética do Brasil. A empresa também confirmou que uma nova remessa de equipamentos está a caminho.
O pipe rack tem papel central na operação das usinas, pois é responsável por conduzir os fluidos de processo com segurança até os sistemas que viabilizam a geração de energia. A estrutura é essencial para garantir a eficiência e a confiabilidade da planta durante seu funcionamento.
Com o progresso das obras, a expectativa é que o Complexo Azulão 950 contribua significativamente para a estabilidade energética nacional, especialmente na região Norte. A instalação dos equipamentos reforça o papel estratégico do Amazonas na geração de energia firme e segura para milhões de brasileiros.