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Na última segunda-feira (7/7), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, entregou uma carta ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recomendando seu nome ao comitê responsável pela escolha dos vencedores do Prêmio Nobel da Paz. A entrega foi feita durante uma reunião realizada na Casa Branca, em Washington.
O encontro teve como foco as negociações em torno de um possível cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamas. Durante a conversa, Netanyahu elogiou a atuação de Trump no contexto do conflito e afirmou que o ex-presidente norte-americano possui uma “visão brilhante” para lidar com a crise na Faixa de Gaza.
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Ainda segundo Netanyahu, os governos de Israel e dos Estados Unidos estão discutindo alternativas para a realocação de palestinos que vivem atualmente na Faixa de Gaza. Ele mencionou que a ideia é garantir que essa mudança ocorra com base na “escolha livre” da população civil da região.
As declarações foram dadas durante um jantar que contou com a presença de outras autoridades e cobertura da imprensa internacional. Netanyahu, no entanto, não deu detalhes sobre os países que poderiam receber os deslocados nem sobre o modelo de reassentamento a ser adotado.
O tema voltou à tona após declarações feitas por Trump em fevereiro, quando ele defendeu que os Estados Unidos assumam o controle da Faixa de Gaza em uma “ocupação de longo prazo”, com o objetivo de promover estabilidade na região. A proposta gerou reações críticas e levantou dúvidas sobre sua viabilidade diplomática e humanitária.
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