O senador Plínio Valério reafirmou sua posição contrária a uma possível fusão entre o PSDB e o PSD, partido comandado no Amazonas pelo senador Omar Aziz. Atualmente presidente do PSDB no estado, Plínio declarou que, caso a fusão se confirme, deixará a legenda. Além disso, reforçou sua intenção de disputar a reeleição em 2026, mantendo-se distante do grupo político de Omar Aziz (PSD), Eduardo Braga (MDB) e do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante).
Em entrevista ao jornalista Jefferson Coronel, o senador afirmou que aguardará uma decisão oficial da direção nacional do PSDB antes de tomar um rumo definitivo. No entanto, foi enfático ao destacar que não faz parte do grupo político de Aziz e Braga e que continuará atuando como opositor.
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Resistência a alianças partidárias
Plínio justificou sua rejeição à fusão com o PSD citando as alianças da sigla com partidos como o PT e o MDB, com os quais ele não compactua. O senador destacou que, caso o PSDB se una ao PSD, não vê possibilidade de continuar na legenda.
“Minha intenção é disputar a reeleição, combater e estar do lado oposto ao grupo de Omar Aziz, Eduardo Braga e David Almeida. Não faço parte de grupos políticos e não desejo me associar a essas alianças. Meu compromisso é com os eleitores que me elegeram, e não com esse novo bloco político”, declarou.
Possível saída do PSDB
O senador reforçou que sua permanência no PSDB depende da manutenção da independência partidária. “Não estou e não estarei nesse grupo. Se houver fusão com o PSD, saio do PSDB. Se houver fusão com o MDB, saio do PSDB”, garantiu.
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Nos bastidores da política nacional, a possível fusão entre PSDB e PSD tem sido discutida como uma estratégia para fortalecer as legendas e ampliar sua representatividade no Congresso. No entanto, a ideia enfrenta resistência interna, especialmente entre parlamentares que discordam das alianças políticas articuladas pelo PSD.
Futuro político de Plínio Valério
A indefinição sobre a fusão partidária levanta questionamentos sobre o destino político de Plínio Valério nas próximas eleições. Caso saia do PSDB, o senador precisará escolher uma nova sigla para concorrer à reeleição em 2026.
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Em entrevista ao Portal AM POST, Plínio revelou que já recebeu convites de outras legendas. “Tenho muito apego ao PSDB, estou nele há anos. Mas, hoje, já recebi convites de cinco partidos. Para se ter uma ideia, o PSD tem 15 senadores e faz parte da base do governo, enquanto o PSDB tem apenas um. Então, para mim, isso não é uma fusão real. Mas prefiro aguardar. Ainda temos tempo para manter nossa independência. Vou tomar minha decisão quando tudo estiver concretizado”, afirmou.
